SOBRE

Artemis Cinema e Audiovisual é uma empresa produtora de projetos audiovisuais voltados ao protagonismo feminino. Baseada em Salvador-BA, foi fundada em 2022 pela diretora executiva Diana Reis. 

Dentre os projetos autorais desenvolvidos pela Artemis, destacam-se o Cineclube Violeta, realizado em parceria com BREU e voltado à exibição de filmes nacionais de temática LBT e o Lesbos Videocast, programa de entrevistas que visa ampliar o repertório sobre as vivências lésbicas na Bahia que chega à sua terceira temporada em 2026.

Fotografia de perfil em preto e branco de uma mulher branca de cabelos cacheados na altura dos ombros, ela vete um colete de cor escura.

Diana Reis

Diretora Executiva


Mestra em Comunicação e Cultura Contemporâneas pelo Póscom/UFBA, com especialização em Direção de Fotografia (2022) e Color Grading (2024) pelo Ateliê Bucareste de Cinema. Possui experiência em produção executiva e coordenação de projetos. 

Idealizadora e coordenadora do Cineclube Violeta e do Lesbos Videocast. Co-diretora do longa documental E o Cinema Jorrou na Bahia, semi-finalista do Concurso de Argumentos da FRAPA 2026.

Em 2025 coordenou o Laboratório Universitário do NordesteLab; entre 2018 e 2024 foi Produtora Assistente do Panorama Internacional Coisa de Cinema (Salvador-BA); entre 2024 e 2025 foi assistente de pesquisa para o longa documental em desenvolvimento E o Cinema Jorrou na Bahia (Diego Arvate e Gabriela Mafud); em 2024 foi Diretora de Produção do III Festival Mimoso de Cinema (Luís Eduardo Magalhães-BA); em 2023, Coordenadora de Curadoria da Mostra de Cinema Infantil SACI (Curitiba-PR) e Produtora Assistente da Mostra Luz Mágica em 2021. Foi Assistente de Direção no curta Recessão Econômica (2024), de Antonio Victor Simas, e Assistente de Produção Executiva dos longa A Mensageira/Uatana (2022), de Cláudio Marques; Sol a Pino (2026), de Ana do Carmo; e Star Vídeo (2026), de Vilma Carla Martins.

Enquanto pesquisadora, integra o Laboratório de Análise Fílmica (LAF), pesquisando narrativas autobiográficas lésbicas no documentário brasileiro contemporâneo e é curadora do Cineclube Nanook. É bacharela em Artes com ênfase em Cinema e Audiovisual. Iniciou no campo da pesquisa acadêmica em 2015 através do projeto A Ditadura Militar e a UFBA: Ações e Reações (1964-1985) estudando a recepção de filmes que abordavam o tema da ditadura militar brasileira por estudantes de direito da UFBA. Em 2020 integrou o grupo Vi-vendo Imagens: Novas confabulações no documentário baiano contemporâneo, investigando sobre Narrativas, Poéticas e Contextos do ciclo baiano à retomada (1960-1990).